Estava passando por tão longe. E as dificuldades tão perto.
Não procurava nenhum herói para chamar na historia criada por destino. Pois sempre fechei os olhos e acreditei antes de tudo que a vida já estava predestinada igualmente mesmo de qualquer coisa. Eu não entendi nada do que quiseram me dizer. Pois tapava com as minhas mãos seguradas de tanto vicio que era querer não escutar. E apenas escutava quando houvesse erro… Somavam-se dois erros.
Tudo brilhava. As cores chamavam atenção, não vulgarmente, mas tensão de conhecer a coisa propriamente dita. O piso, as paredes, o teto, brilhavam como um querer de respirar desesperador. E eu caminhava encantada e interessada. Viciada por mais. O mais interessante era o som e o cheiro. Algo difícil de esquecer. Não era na para dizer que era uma coisa tão diferente. Mas obvia, tocada por reparar e som, o som impressionava por ser simples e algo que não se notava por tudo ser corrido. E arte impressionava como fosse a primeira vez que ela fosse vista. Voltando ao som, começava tão tranqüilo e à medida que a música dava continuo, ela se valorizava chamando a atenção de vários gêneros e assim continuava. E as reflexões faziam rotação sem confusão. E o som, o ritmo era impressionante. Cara leitor, o absurdo meu é tentar explicar algo que vocês deveriam sentir por si só. E minha experiência de nada seria útil, apenas na ilusão. E aquilo acreditado criaria emoções em seus próprios corações.
Esse ato da emoção passava como um vento sem volta. Apenas lembrado, e emocionado. Se emocionem, pois é a única coisa que não é dita por destino.