01/11/2011

Não há nada aqui.


Talvez não saiba o quanto eu preciso,
como imagino essência com estar aqui.
Em horas balanças e lentas, abraçam corpo,
pensamentos perdidos,
e porque sem as devidas respostas.
Não há nada aqui, muito menos para mim.
Nasce sempre que necessita relembrar.
Algumas coisas não mudam.
O tempo é tão relativo para ambos,
eu ri quando recordei você tentando ser irônico.
Fiquei inércia, e deixe abaixo tudo,
tudo que está abaixo de você.
E não se esqueça de engolir o choro,
porque eu sei o quanto vai doer.

2 comentários:

Fabrício disse...

Por aqui, preenchi-me.

Poemas devem nos tocar no íntimo.


Abraço

Camila disse...

Quando a gente já espera, é mais facil.

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