22/02/2012

Três Verões (Aniversário do blog)



- Três verões, o blog ao completar aniversário deixa-me a certeza de que tudo o que constrói aos poucos se edifica aqui.

Por que o nome do blog?” 
Ela: Muitas pessoas já me questionaram sobre o nome do blog, e que saber às vezes isso é uma questão de escolha que não existe um motivo certo. Eu gosto de chuva, tanto que não sei descrever, melhor estar em baixo dela do que me esconder de tudo que prefiro ser - é isso e ponto.  

Sobre o que você escreve?
Ela: É meio complicado quando gostar de escrever sobre tudo é um ponto alto em você. Mas, eu me sinto atraída pelos contos, poemas, poesia - literatura. Uma essência que poucos entendem o quanto é especial, ler e dizer que gostou, não é o suficiente, você deve, e provavelmente os outros também, saber que você está fazendo isso errado. Ler é a materialização do que o outro prorrogou o que ele queria que você sentisse, ao menos se tentou. 

Por que escreve?
Ela: Escrevo para me livrar das vozes que existem em minha cabeça. A permanência delas pode me enlouquecer, eu acredito. Gosto de escrever, é como se não fosse eu, como se fosse minha outra metade afirmando estar mais viva que nunca.

Como começou a escrever?
Ela: Acho que com quatorze anos, deu tão meio certo que nunca parei. Se bem que eu acredito que as pessoas me iludiam dizer que eu escrevia bem, pois olhando hoje eu não achava nada daquilo. Por incentivo dos amigos, fiz um blog que atualmente não existe mais, chamado ‘do lado de dentro’, escrevi nele durante quase dois anos, não tenho certeza, mas tempo o suficiente para crescer. Exclui, porque precisava respirar coisas confiantes, quem me acompanhou no inicio viu que era muito tudo inseguro. Dei adeus a esse blog para fazer esse atual, meu diário subjetivo. 

O que gosta de fazer quando escreve?
Ela: Gosto de escutar música, diversas (do gênero rock, alternativo, indie).

O que pretende fazer com o blog de agora em diante?
Ela: Escrever mais partes de mim, contar as minhas historias em subjetivação.

Por que gosta de escrever?
Ela: Porque é a única coisa que eu gosto em mim, não sou tão bem me comunicando com as pessoas, eu acho - e as palavras me fazem ser mais expressiva do que com ações, escrever já faz parte de mim. Eu gosto de ser reconhecida e criticada por isso. Não sou a melhor escritora do mundo, mas eu fico muito feliz ao saber que estou ajudando alguém com tudo o que posso fazer aqui sentada enquanto eu me imagino correndo na chuva. 

O que tem a dizer as pessoas que lêem seu blog?
Ela: O carinho que recebo nos comentários são impagáveis, e obrigada pelas visitas no meu blog. Eu não escrevo para outros, escrevo para arrancar as vozes da minha cabeça, e tudo é questão de consequência. Estou feliz com o que estou plantando. Sintam-se sempre bem vindos. Me desculpem visitar pouco e mal comentar no blog das pessoas que parecem no meu pedindo, é a falta de tempo que me deixa de mãos atadas, mas eu estou sempre de passagem em vários. Não vou citar meus favoritos, muitos para indicar.


Gente, esperam que essas poucas perguntas façam vocês me conhecerem mais como a escritora deste blog. Quero agradecer a todos que começaram e me encontraram no meio do caminho, que estão comigo até hoje, vocês são o meu suporte, e minhas inspirações, cada um com sua escrita me faz aprender mais com essas minhas experiências por ai a fora. Contente por muita coisa. Até a próxima postagem, um beijo enorme com gosto de chocolate. :*
20/02/2012

Subjugou-se

Sinto que posso me dispor e atravessar em corridas o mundo sem dificuldades, enquanto você não largar da minha mão. Dar e receber, aceitou revelar amor, Porque aqui dentro, não era mais possível caber, se chamava quase egoísmo. Mas, você já subjugou ser amor.


(ALBUQUERQUE, Willa. O Ritmo da Chuva: ❝Subjugou-se.)
19/02/2012

Nota Pessoal.

A casa em torno caiu como um habitual de consequências.
Foi anotado no caderno de bolso de capa preta meio esverdeado
o quanto as pessoas valem de se jogar a fé em seus pés.
Por mais que sinta que não, você é bem mais que isso.
E diferente das suas convicções, há muito no que se perder.
Ainda vai descobrir que o que achou, não achou o mesmo dias depois.
A vida te contorna e uma saída não muda nada.
Uma forma de te completar, talvez.

Algumas pessoas vão marcar uma vida, como tatuagem.
Você vai passar por elas na rua, vai rir dentro de si, e lembrar-se de como foi bom.
Outrora, vai se sentir pior quando encontrar aqueles que te fizeram calar-se
diante de ondas salpicadas de sal.
Não que momentos subtraíssem erros, mas precisa querer bem mais.
Precisa buscar bem mais, porque não é o suficiente.

Teria o medo de te deixar um pouco de lado.
Porque não sabia o quão eu era importante,
se você voltaria, se me deixaria no esquecimento.
E se fosse para você esquecer-se de voltar, melhor que fosse.
Não seria vantagem nenhum não amadurecer, ao abrir mão.
Fiz o meu melhor, não há o que se desculpar, não mais.

Acredite, não há nada que eu não possa deixar de fazer para te ver bem.
O resto é por sua conta, você vai ter coragem, que sei.
Vai ansiar, e saber como encontrar mais no fim do pote.
Se deparar de uma maneira sem precisar, mesmo sabendo quem é.
Tive a certeza no mesmo instante que achei, nada foi por acaso.
E pensei bastante, o que senti foi mais admiração do que qualquer outra coisa.

Como falei em voz alto, há muito mais que isso para mim.
Real seria caminhar longamente a sorrir, porque as certezas já tenho
quando elas me movimentam em minha mente, e eu oscilo junto,
em uma sincronia tão perfeita.
Deveria experimentar esquecer por uma longa lembrança.

Faltou muito, mas você entendeu assim como a mim
enquanto riamos de coisas que aconteceram em datas predestinadas.
Ainda vai quebrar muito a parede com raiva implícita,
e eu vou estar no mesmo lugar seguindo a vida,
disposta a te ajudar. Sempre, e sempre.


(ALBUQUERQUE, Willa. O Ritmo da Chuva: ❝Nota Pessoal.)
17/02/2012

Onde Paramos.

Estava em meu consciente. Partes a experimentar, os restantes sabiam o que estavam sentindo. O cheiro era inconfundível, poderiam chamar do que fosse para alterar minha imaginação, a essência o denunciaria. 

Não tinha como prender a respiração, queria parar aquele cheiro de esterilizados, ferramentas diariamente usadas, roupas limpas, e afins de um local de cirurgia. Um dia normal, no outro previa de uma operação, e no outro, a cirurgia. O acolchoado falsamente colocado, para tapear as estruturas, me deixava mais incomodada, e impaciente temia se aquilo seria longo e doloroso.

Vários cobertores colocados sobre meu corpo faziam aquecer do frio que constantemente me fazia estalar. Olhei ao meu arredor deitada, assustada. Silenciei para posteriormente ouvir a voz das pessoas presentes. Havia uma mulher com seus quase trinta e cinco, engraçada, e um pouco larga dos lados, com braços fortes que naturalmente ficaria ali do meu lado para auxiliar o homem de óculos que seria o ator principal, se fosse o caso de um filme. Havia outra mulher, apesar dela acobertar os cabelos, os lados deixavam definidos, a cor castanha escuro dos seus cabelos, devia ser mais velha do que sua aparência nova poderia descrever. Ela parecia ser importante, calada e pouca extrovertida, ela ficaria o tempo inteiro: sentada – como se estivesse atenta para ter o que colocar em ata, não sei também, posso estar errada, mas era mais como uma observadora, me fez lembrar um filme cujo nome não lembro agora que algumas pessoas ficavam em pé a esperar os outros morrerem. Porém não era o caso. Havia mais uma mulher, uma estudante da área da saúde, não tão mais velha que eu. Pensei como ela teria estomago para tudo aquilo, intrigante em meus pensamentos silenciados pelo momento. 

As três prontamente prestativas. Não sei se a função é mais uma característica de obrigação, ou pura naturalidade. Optei pelo meu instinto e fiquei com a simplicidade. Ansiava sair correndo, se estive tão disposta, não pensaria duas vezes. 

O longo interrogatório meu sobre o gel passado em minha perna direita, os equipamentos ao meu redor, e outrora, me acalmavam por hora, saberia que desse jeito eu iria com calma. Logo, o homem que tanto temi, chegara. Sua vasta experiência, se caracterizava no rosto e principalmente nas marcas de velhice, ele ainda mostrara ser igual a idade a deixar de retocar os fios vividos. Educado, perguntara coisas superficiais, mantendo profissionalismo, a fim de acalmar o que estava tão claro, o meu nervosismo. Não sabia se aquilo me enlouqueceria, ou se eu julgara ser tão temeroso quanto meus sonhos deixaram ser. Ele ria, para eu rir junto, em algumas situações atendi isso. Ele me explicou as escolhas que eu teria, não prestei muito a atenção nisso, quando ele sugeriu fazer o melhor, deixei nas mãos dele minha escolha. Ouvi no silencio, “vai doer mais, incomodar, porém vai ser um sacrifício só um dia”, eu despertei do transe, algo devia ficar serio, não queria muito pensar nisso.

A estudante limpou a parte o suficiente que seria quase uma novela depois, tentei ficar quieta o tempo que pude e isso até durou muito. As outras duas, me cobri meu corpo com vários lençóis, brancos e azuis, deixando a parte esterilizada em aparência. Meu rosto meio coberto me deixara ver um cenário do quarto, tudo o que virá: um extintor, e cadeira. Quando ele voltou vestido para começar tudo, me assegurou que daria tudo certo, e disse que o primeiro passo seriam as anestesias, não sentir dor era o propósito maior. Lembrei de como me senti nas outras cirurgias e me preocupe ao lembrar como se sentia tirando sangue para exames. Precisei de alguém que estivesse ali, eu pensei em alguém, e logo me forcei a fugir da mente, pensei se anjos realmente existiam, e se ele estaria no mesmo lugar que meu olhar perdido se acostumou a fixar. 

As primeiras agulhadas começariam, e eu começaria a cantar uma música para me subjugar a tudo aquilo. A letra da musica pouco importou, foi a primeira em meus pensamentos, e eu baixinho cantava de qualquer jeito, uma forma de anular o outro sentimento que parecia me matar superficialmente. Acreditei estar em jogos mortais, ou algo parecido, pedi até misericórdia em raros momentos. Você ainda sim não vai saber como foi sentir.

“Acabou.” – o médico disse. Julgando pela ultima vez que olhará no relógio, já tinha se passado quase uma hora. Não sabia se tinha sido por completo, ou se ainda restava algo a ser finalizado. Eu não acreditei muito, e foi então que eu percebi minhas lagrimas e agonia, não fiquei zonza, mas gostaria de não ter que passar por isso. E me desmanchei em lagrimas, acreditando que algo ainda estava errado, não, era meu pés que ainda não estavam no chão.

Meus passos ao chão ainda tontos, levavam me a sala de espera. Menos claro que o outro cômodo, mas a luz não significava nada, eu precisa saber como funcionava a respiração outra vez. Eu não sentia dor, mas eu não achava que estava bem. Logo estaria, quando senti a cabeça encontrar o travesseiro. Respirei fundo, e os sonhos tomaram por conta.


(ALBUQUERQUE, Willa. O Ritmo da Chuva: ❝Onde Paramos.)
14/02/2012

Sobre meus segredos

❝Por Willa Albuquerque


Não tenho essa mania irritante de criar expectativas. Algumas vezes, fui mal interpretada por indícios sussurrados. Ficou-se garantido que não faltou fé, muito menos sentimentos bons. Outrora, eu andei pelas ruas: sozinha – a busca constante de crescente ego, isso levaria minhas caras e bocas ao outro lado da cidade. Os níveis nem foram tão sugerido, como limitados. Seria necessária agora, dividir: importâncias e essências. 

Não insinue o que aconteceu no passado, isso eu aprendi com consequências. Isso vai custar pouco para você entender, bastou o esforço de ao menos o primeiro passo de querer lutar por algo que acreditada, conseguir ou não já não cabe mais a você.

Foi errado, foi em termos desumano, à confiança foi parar no esgoto com um banho, nada foi mentira. O que mais confunde a essência, é saber que um dia a gente se colocou na lista de pessoas importantes, sem nunca ter estado lá. Daí, você se desespera, e Deus diz: "esqueceu que sua vida está nas Minhas mãos? Vai ficar tudo bem". Eu não pensei duas vezes.

Fui meramente infantil, na minha mente precisava fugir, e se gritasse você perceberia e sentiria pena. Não me veja assim. Percebi que se eu fugir de você, era fugir de mim mesma. Isso é tão estranho, eu sinto que não tenho mais nada a dizer, pois espero você abrir o coração. 

Não me pergunte como te salvar, precisa fazer isso sozinho. 
12/02/2012

(...)

❝Por Willa Albuquerque


Tem coisas que eu entendo melhor do que ninguém, por conta disso não posso mentir sobre o que sinto, dói mais do que pensei de doeria. Consome-me, e não consigo mais respirar tudo isso e fingir que estou bem, porque não estou nada bem. Parece carga em costas nuas. Penso, as vezes, que ando pelas pernas dos outros, pelas minhas deixei faz tempo quando você largou da minha mão. 

Acreditei ser como o natural, e por um deslize sobrevivi humana, a sentir. Isso dói mais em mim, saiba. Tem dias que parece que não vou ser alguém, e ficar longe, fugindo, que seja, vai ter que ser algum jeito para tranquilizar as lagrimas que insistem mesmo que eu diga não.

Eu não consigo mais. O que sobrou ainda foi a fé de que isso vai passar, ao menos tem que passar.
06/02/2012

E você não sabe nada

❝Por Willa Albuquerque 


É um fim de tarde chuvoso, posteriormente, nublado e eu me sentiria tão mais atrativa do que antes. Vou confessar que tem convênios receosos para se acreditar, para não dizer medo. Acredite, eu sai de casa cantarolando a desenhar um lindo sorriso no rosto. Deveria saber dizer ‘não’, mas existem pessoas que nos apunhalam pelas costas, e você as perdoa de coração aberto, porque no fundo elas não nos magoam necessariamente, elas auto se destroem aos poucos com acúmulos de falta de verdade. E se faltou um pouco de sinceridade, você deixou muito a desejar. Ao olhar para si mesmo em um espelho, vai saber do que eu estou falando.

Por mais que tivesse ouvido os hinos, outrora não saberia discerni-los, porque quanto mais havia o vazio, mais eu queria fugir disso de maneiras incertas. As inseguranças continham o domínio nas mãos, e chorar não me faria mesmo compassiva. Sendo um pouco mais humana, aceitei viver verdadeiramente a sentir as coisas como deveria sentir. Esquecer quando houver perdão, agir na vida com precaução, rir quando achar loucura e chorar quando magoarem sua essência.

Certo tempo, nunca admitiria que algo estivesse errado, podia cair o mundo, eu estaria bem, acreditava muito nisso. Eu menti muito em relação a isso para mim mesma, por um longo tempo, quase a minha vida toda. Achava que ser forte era minha função. Que o mundo me mataria por fora e eu me reintegraria por dentro. Um ciclo perfeito, e as pessoas não conseguiriam imitar nem se tentasse. Era a opção mais valida, anular os sentimentos, e eu não previ o quanto aquilo me destruiria quando o copo estive cheio preste a derramar.

Há muito o que me desculpar, e eu não sei sinceramente como começar. Começo com tudo aquilo que abanquei e que por meios discrepantes, dei um fim. O auge servia como o ponto máximo para dizer adeus, e parti sem nenhum sentimento de culpa. Ou ao menos agora sei no quanto buscava os meios mais fáceis de não sentir. Fazer da certo soletrava errado na minha boca, e quanto mais o tempo passava, as coisas caminhavam em sentidos adversos. Queria ser um titânio, onde nada poderia me abalar. Onde, eu poderia ir e vir sem me prender. Eu entendi como as coisas funcionam.

Admito, sou frágil. Com as mesmas características de antes. Emocionalmente falando, eu senti que eu podia perder o chão, e não seria mais aquela garota de que tanto lutava para não se deixar abalar. E você não sabe nada, não chegou ainda nem perto. Foi todo um conjunto, e o que eu sucumbia dentro de mim, explodiu no exato momento em que eu me senti absolutamente sozinha, porém sem precisar de alguém por perto. Eu tinha o que precisava, só que poucas às vezes eu soube usar, a fé. A dor que senti, fazia meu corpo estremecer, aquela dor na alma era o baste para eu me sentir em terra mais um entre muitos. Pensei no quanto tudo parecia um déjà vu sem viver. Saberia que isso em breve tornaria o que sou atualmente.

Uma vez, falei de como eu achava que vivia em erros, mas nada fiz para mudar. Hoje, aceitei os erros, os apontei. E percebe que a fé que tenho é o suficiente para preencher o vazio outrora contido de absolutas ilusões.

Não que eu seja fácil, se fosse temeria. Outros momentos viveram, e eu preciso estar preparada como nunca estive. Tentaram desmoronar seus sonhos, mas saiba que eles são as únicas coisas que ninguém toma de você.
03/02/2012

Tudo sem nada ter

❝Por willa Albuquerque


Tão mais difícil começar, penso se é assim também quando vejo os meus começos vitais. Às vezes me sinto impotente, quando estou mais próxima a você. As coisas parecem não se destrincharem, e eu sinceramente, não sei como soletrar todas as partes que me fazem bem e as principais, os preocupantes.

Os encaixes começam a fazer sentido, não queria ser tão verdadeira, e como intensa que sou, abdiquei viver mais do que isso, porque algum dia eu quero chorar e gritar bem alto quando eu tiver certeza de que foi mais por mim do que por alguém.

Primeiro, sabia que já não esquadrinhava mais em você amizade, porque quanto mais eu me procurava encontrava você, e devia haver algo errado nisso tudo. Tinham mais coisas que eu não podia deixar me enlouquecer. Continuei com as negações dentro de mim, e sabia que se desse o primeiro passo, não teria volta. Percebi meu coração bater forte, com palavras e ações. Você dizer que partiria em um momento breve, fez lagrimas derramarem dos meus olhos, como formigas transparentes, me esforcei muito para não ser notada. Foi a partir deste momento que eu acordei para o sentimento que eu acreditava ser decorrente das nossas trocas. Ali, percebi gostar de você.

Segundo, quando seus lábios tocaram os meus, tive medo de acordar e ser o ultimo beijo ao invés do primeiro. Porque eu realmente queria que aquele momento nunca tivesse data de validade. E tudo o que eu pensei em estar longe, está tão perto, você.

Não estou a esperar promessas, elas só iram me orientar pelos caminhos errados. Eu sinto que não abrir mão de estar com você, me faz muito bem, eu estou bem.

Quando você me atola com as mesmas perguntas, eu posso te responder: eu te olho assim, porque eu não sei olhar de outro jeito quando anseio a certeza do que sinto por você, olhar nos teus olhos me dá toda resposta que preciso, e meu coração bater forte, responde as perguntas que tanto a razão tentou me enlouquecer.

- Embora pareça que estou apenas contando histórias de amor, eu já não sabia mais como dizer que eu te quero tanto. (Los Hermanos)
02/02/2012

Para Conjuntar

❝Por Willa Albuquerque


E não pensamos no quanto os momentos nos trouxeram para o futuro, presente respirar.
E ninguém se importou em arriscar, as proporções atuais não deixaram duvidas.
E faltou um tanto quanto alto para deixar se desistir, e escasseou gente para se pronunciar.
E mesmo que não fosse amor, chegaria bem próximo a isso.
E com tantas contas a pagar, eu correria bem mais rápido que pudesse pensar.
E quando raciocinei sobre minhas caras e bocas, eu já sabia.
E outrora ri alto, logo envergonhada.
E além de saber, acrescentei aos meus segredos que parecia ser mais sensato.